Alicerce para a formação dos estudantes
Os grupos de pesquisa desempenham um papel essencial na formação acadêmica dos estudantes, oferecendo-lhes a oportunidade de participar ativamente de pesquisas científicas, o que enriquece significativamente sua formação profissional e acadêmica. Compostos por pesquisadores, técnicos e estudantes, esses grupos se dedicam a temas específicos de pesquisa e têm como objetivo principal estimular e consolidar a produção científica na nossa instituição.
O GPEDUCS foi criado em 2020, sendo vinculado à instituição em 2023. É coordenado pelo professor Luiz Fernando Quintanilha (Líder) e pela professora Katia de Miranda Avena (Vice-líder), está certificado no CNPq e possui como linhas de pesquisa:
O IPCT foi criado em 2022 a partir de um convênio de cooperação entre a mantenedora da Faculdade Zarns Salvador (Instituto de Ensino e Saúde) e o Instituto Gonçalo Moniz, Fundação Oswaldo Cruz. O grupo é liderado pela Profa. Mariana Pereira. As linhas de pesquisa desenvolvidas incluem:
O VASCOR foi criado em 2016, é coordenado pela Profa. Lucélia Magalhães (Líder) e Profa. Cecília Araújo (Vice-líder). Prof. Rodrigo Lins é responsável pela realização do exame da velocidade de onda de pulso (VOP). Possui cadastro no CNPq e tem como linhas de pesquisa:
O GPIC tem como foco a análise crítica e sistematizada da literatura científica por meio da realização de revisões sistemáticas e metanálises sobre temas relacionados a doenças infecciosas, autoimunes e inflamatórias. O grupo visa contribuir com evidências de alta qualidade para a prática clínica e laboratorial, além de promover a formação científica de estudantes de graduação. Suas linhas de pesquisa são:
O NEPP foi criado em 2025, sob a coordenação da professora Bárbara Simone David Ferreira (Líder). O grupo é composto por pesquisadores com diferentes níveis de titulação e por estudantes de graduação, e tem como foco a geração de conhecimento científico voltado à infância e adolescência, com especial atenção às doenças prevalentes e políticas públicas em saúde. Suas linhas de pesquisa são:
O Grupo de Pesquisa Núcleo de Estudos em Epidemiologia e Políticas de Saúde (NEEPS), liderado pela professora Dra. Elisângela F. Naves Borges, constitui-se como um espaço interdisciplinar de produção de conhecimento, ensino e extensão no campo da Saúde Coletiva. Tem como objeto central de investigação as complexas interrelações entre os determinantes sociais, as condições de vida e o processo saúde-doença-cuidado, bem como a análise crítica das políticas públicas de saúde voltadas para a garantia do direito à saúde. A partir de um referencial teórico-metodológico ancorado na Epidemiologia crítica e nas ciências sociais em saúde, o grupo dedica-se a:
Assim, o grupo busca contribuir para o fortalecimento da saúde pública e para a formulação de respostas sociais efetivas frente aos desafios sanitários contemporâneos.
O GPSMG foi criado em 2025 e é coordenado pela professora Fernanda Chaves de Oliveira. Suas
linhas de pesquisa são:
• Levantamento epidemiológico e parasitológico da região, com foco na
detecção e análise da presença e incidência de parasitos com potencial de
transmissão transplacentária.
• Toxoplasmose congênita.
O NTMENTAIS foi criado em 2025 e é coordenado pelo professor Dr. Cláudio Inácio
Couto. As linhas de pesquisa desenvolvidas incluem:
• Biomarcadores Neurobiológicos e Endofenótipos com foco na identificação
e validação de biomarcadores neurobiológicos, genéticos e epigenéticos
associados aos transtornos mentais.
• Neuroplasticidade e Mecanismos Adaptativos com foco na compreensão
dos mecanismos neuroplásticos envolvidos no desenvolvimento,
manutenção e recuperação dos transtornos mentais
• Integração Psicobiológica e Fatores Ambientais focado na análise das
interações entre fatores psiquiátricos, biológicos e ambientais no
desenvolvimento e curso dos transtornos mentais.
O Grupo de Estudos e Pesquisas em Acessibilidade e Diversidade em Saúde, formado em 2026 e coordenado pelo professor Me. Rogério Pacheco, dedica-se à investigação, reflexão e produção de conhecimentos sobre a acessibilidade comunicacional no cuidado em saúde, com ênfase no atendimento à pessoa surda nos diferentes níveis de atenção e especialidades. O grupo aborda as barreiras linguísticas, culturais, organizacionais e atitudinais presentes nos serviços de saúde, analisando seus impactos na qualidade do cuidado, na segurança do paciente e na efetivação dos princípios da integralidade, equidade e humanização. As atividades do grupo contemplam estudos sobre a comunicação em saúde mediada pela Libras, estratégias de cuidado acessível e formação de profissionais da saúde, especialmente no contexto da formação médica. São discutidas práticas assistenciais inclusivas nas diversas áreas e ciclos de vida, incluindo saúde da mulher, saúde do homem, saúde da criança e do adolescente, bem como atenção primária, atenção especializada e contextos hospitalares. O grupo também investiga políticas públicas, direitos linguísticos da pessoa surda, tecnologias assistivas, educação em saúde e práticas interprofissionais, buscando subsidiar intervenções, protocolos e ações formativas que qualifiquem o atendimento à população surda. Ao articular ensino, pesquisa e extensão, o grupo visa contribuir para a redução das desigualdades em saúde, para o fortalecimento da acessibilidade comunicacional e para a construção de práticas de cuidado mais inclusivas e socialmente responsáveis, com impacto na comunidade acadêmica e na população de Itumbiara-GO e região.
Linhas de pesquisa:
1. Inclusão e acessibilidade do surdo nos sistemas de saúde;
2. Qualidade de vida relacionada a saúde da pessoa surda;
3. Formação Médica e Competência Comunicacional no Atendimento à Pessoa Surda;
4. Libras, Tecnologias Assistivas e Inovação no Cuidado em Saúde
O Grupo de Pesquisa em Clínica Médica Integrada, formado em 2026 e coordenado pelo professor Me. Ricardo Silva Tavares, tem como objetivo desenvolver investigações científicas nas áreas de reumatologia, cardiologia, infectologia e saúde coletiva, com abordagem interdisciplinar voltada para o estudo das doenças inflamatórias, cardiovasculares e infecciosas. O grupo busca compreender os mecanismos fisiopatológicos que conectam inflamação sistêmica, resposta imunológica, infecções e risco cardiovascular, além de avaliar estratégias de diagnóstico, prevenção e tratamento dessas condições.
As atividades do grupo incluem estudos clínicos observacionais, pesquisas epidemiológicas, revisões sistemáticas e projetos de investigação translacional que contribuam para a melhoria da prática clínica e da gestão em saúde. O grupo também tem como finalidade promover a formação científica de estudantes de graduação e pós-graduação, estimulando o desenvolvimento de competências em metodologia científica, análise crítica da literatura e produção acadêmica. Ao integrar pesquisa clínica e saúde coletiva, o grupo pretende produzir evidências científicas relevantes para o aprimoramento das políticas públicas de saúde, contribuindo para a prevenção de doenças crônicas e infecciosas e para a qualificação da assistência médica baseada em evidências.
Linhas de pesquisa:
O Grupo de Pesquisa VIDAS – Vigilância, Inovação e Determinantes do Ambiente e da Saúde, formado em 2026 e coordenado pela professora Dra. Cristiane de Oliveira Bolina, dedica-se ao desenvolvimento de estudos interdisciplinares voltados à compreensão das interações entre ambiente, modos de vida, alimentação, biodiversidade e saúde humana. O grupo integra abordagens das áreas de Ciências Biológicas, Ciências da Saúde e Ciências Agrárias, buscando compreender como fatores ambientais, sociais, nutricionais e culturais influenciam o processo saúde-doença em diferentes contextos sociais e territoriais. As atividades do grupo concentram-se na investigação de estratégias de promoção da saúde e prevenção de doenças, educação em saúde, análise dos determinantes sociais da saúde e avaliação de políticas públicas voltadas à equidade em saúde. Também desenvolve pesquisas relacionadas à biodiversidade e ao potencial terapêutico e nutricional de plantas medicinais e plantas alimentícias não convencionais (PANC), com ênfase na valorização dos recursos naturais do bioma Cerrado. O grupo adota ainda a abordagem One Health, investigando as interações entre saúde humana, animal e ambiental, incluindo estudos sobre saúde ambiental, sustentabilidade e impactos socioambientais na saúde das populações. Além da produção científica, o grupo tem como missão fortalecer a integração entre ensino, pesquisa e extensão, contribuindo para a formação de estudantes pesquisadores,
desenvolvimento de projetos de iniciação científica e implementação de ações de educação em saúde voltadas à comunidade. Dessa forma, busca gerar conhecimento científico aplicado capaz de subsidiar estratégias de promoção da saúde, desenvolvimento sustentável e melhoria da qualidade de vida da população.
Linhas de pesquisa:
O Medicina Interna - Doenças do Fígado foi criado em 2026 e é coordenado pelo professor Me. Presley Gomes Neves.
Suas linhas de pesquisa são:
O Grupo de Pesquisa em Saúde Integral, formado em 2025 e coordenado pela professora Dra. Priscila R. Guimarães Pacheco, foi criado pela necessidade de unir esforços, com intuito de ampliar a realização de estudos nas áreas de interesse conforme a realidade local. O foco principal é o desenvolvimento de pesquisas nas áreas de Saúde coletiva, Ensino Médico, Psiquiatria, Ginecologia Obstetricia, Pediatria e Doenças Infecciosas e Parasitárias.
Linhas de pesquisa:
O GESCAM, formado em 2021 e liderado pelo professor Dr. Alexandre Gonçalves, tem como objetivo desenvolver pesquisa científicas relacionadas ao levantamento de possíveis fatores que levam a não adesão ao tratamento não farmacológico nas doenças cardiometabólicas, assim como a relação entre a autopercepção de saúde à esta não adesão. Em em um segundo seguimento, estudos buscarão analisar as melhores estratégias de intervenção para a prevenção e tratamento das doenças cardiometabólicas.
Linhas de pesquisa:
O Medicina, saúde e educação médica foi criado em 2025 e é coordenado pelo professor Dr. Alex Miranda Rodrigues.
Suas linhas de pesquisa são:
O GPPMSI foi criado em 2026 e é coordenado pela professora Dra. Kassya L. Epaminondas Martins.
O grupo é voltado ao estudo dos mecanismos de adoecimento, com ênfase na patogênese das doenças infecciosas e inflamatórias, integrando patologia e microbiologia. Investiga as interações entre agentes infecciosos, resposta inflamatória e alterações teciduais. Atua sob a perspectiva da saúde integrada, considerando os impactos individuais e coletivos do adoecimento.
O Grupo de pesquisa em saúde do adulto foi criado em 2026 e é coordenado pelo professor Me. João Batista Arantes da Silva.
Suas linhas de pesquisa são:
O Grupo de Pesquisa em Neurociência Integrativa e Epidemiologia Clínica, formado em 2026 e coordenado pela professora Dra. Débora Vieira, dedica-se a investigação das interações entre mecanismos neurobiológicos, fatores clínicos e determinantes epidemiológicos que influenciam o processo saúde-doença ao longo do ciclo de vida.
Com abordagem interdisciplinar integrativa, o grupo integra conhecimentos da neurociência, da epidemiologia e da prática clínica, visando a produção de evidências científicas robustas e aplicáveis à realidade dos serviços de saúde.
Linhas de pesquisa:
O Grupo de Pesquisa é liderado pelo Professor Dr. Manoel Francisco Rodrigues Netto e tem as seguintes linhas de pesquisa
O grupo é liderado pela Profa. Dra. Bruna de Melo Aquino. As linhas de pesquisa desenvolvidas incluem:
O grupo de pesquisa é liderado pelo Prof. Dr. Sérgio Rodrigo Beraldo. Suas linhas de pesquisa são:
O Grupo Saúde em Foco é coordenado pela pela Profa. Dra. Polianna Delfino Pereira e (líder) e pelo Prof. Me. Antonio Homero Rocha de Toledo (vice-líder) e possui como linhas de pesquisa:
O grupo de pesquisa é coordenado pelo Prof. Dr. Ivan Augusto de Lorena e tem como linhas de pesquisa:
O Grupo de Pesquisa Saúde Coletiva em Foco é liderado pela Profa. Dra. Tatiana Loiola, tem como linhas de pesquisa:
O Grupo de Pesquisa sobre o Uso das Práticas Integrativas e Complementares (PICS), coordenado pela Profa. Dra. Sarina Francescato Torres, desenvolve estudos voltados para a aplicabilidade e os impactos dessas práticas em diferentes contextos de saúde. As principais linhas de pesquisa incluem:
O estudante pode participar de pesquisas de forma ativa na faculdade de diferentes maneiras, sendo elas:
O programa promove a participação dos estudantes em projetos de pesquisa científica sob a orientação de docentes qualificados, podendo incluir a concessão de bolsas ou ser realizado de forma voluntária. O programa segue normas específicas, tornadas públicas por meio de Edital.
Esse programa é exclusivo para estudantes bolsistas PROUNI ou FIES. Assim como o PIBIC, o PIPE promove a participação dos estudantes em projetos de pesquisa e extensão sob a orientação de docentes qualificados, mediante concessão de bolsas de iniciação científica ou através de atividade voluntária. O programa segue normas específicas, tornadas públicas por meio de Edital.
Através da colaboração estabelecida com a Fiocruz, a Merck mantém o Laboratório de Análises na Medicina Zarns Salvador, através da qual foi criado o Centro de Capacitação Continuada na tecnologia Luminex. O centro é uma extensão do laboratório de Imunologia do IPCT, concentrando-se em técnicas avançadas de análise multiplex, permitindo a realização de ensaios precisos e a obtenção de resultados de alta qualidade.
O IPCT é mantido através de um convênio de cooperação entre a mantenedora da Faculdade Zarns Salvador (Instituto de Ensino e Saúde) e o Instituto Gonçalo Moniz, Fundação Oswaldo Cruz, sendo liderado pela Profa. Mariana Pereira. As linhas de pesquisa desenvolvidas incluem: Biomarcadores preditores de desfechos de terapia antirretroviral; Estudos de medicina de precisão em infectologia e oncologia; Impacto da inflamação sistêmica na resposta ao tratamento anti-tuberculose no Brasil.
O programa conta com oferta de bolsas de iniciação científica para alunos, distribuídas segundo normas específicas, tornadas públicas por meio de Edital e carga horária de orientação para professores, nos projetos aprovados.
Atua na promoção da inovação tecnológica, do empreendedorismo e das manifestações artísticas e culturais na faculdade, integrando eventos, ações, estudos, projetos e reflexões que envolvam essas temáticas articuladas com a realidade, o mercado de trabalho e a diversidade dos valores culturais e ambientais dos povos e nações.
Promoção de ações de incentivo a difusão e produção acadêmica e científica do corpo docente e discente da faculdade, sejam elas científicas, didático-pedagógicas, tecnológicas, artísticas ou culturais.
Incentivar alunos e professores a participarem de eventos científicos externos (nacionais e internacionais) e a realizarem eventos na instituição.
Além de todos esses programas, a investigação científica é incentivada dentro da unidade de ensino de META (Métodos de Estudo e Trabalhos Acadêmicos) onde os alunos são inicializados na metodologia científica, elaboram e desenvolvem um projeto de pesquisa e apresentam os resultados na Semana Científica da Faculdade Zarns, similar a uma defesa de TCC.
O programa incentiva a participação dos estudantes em projetos de pesquisa científica, desenvolvidos sob a orientação de docentes qualificados. A participação pode ocorrer com a concessão de bolsas ou de forma voluntária, conforme interesse e disponibilidade. As diretrizes do programa são estabelecidas em normas específicas, divulgadas por meio de edital próprio.
O programa promove a participação dos estudantes em projetos de pesquisa científica sob a orientação de docentes qualificados, sendo realizado de forma voluntária. O programa segue normas específicas, tornadas públicas por meio de edital.
Na Zarns temos diversos programas de pesquisa e, além disso, estimulamos a implantação e funcionamento dos grupos de pesquisa e a realização de parcerias e colaborações.
Vinculando-se a grupos de pesquisas. O estudante pode contatar diretamente o líder do grupo de pesquisa para se candidatar a uma vaga de iniciação científica, sendo que alguns grupos realizam seleções periódicas, disponibilizando vagas para os estudantes interessados.
Participando de pesquisas vinculadas a algum grupo de monitoria. A monitoria pode servir como uma ponte para o envolvimento em projetos de pesquisa ao lado dos professores responsáveis pelo programa, além de facilitar o ingresso em grupos de pesquisa ou até mesmo estimular o desenvolvimento de um projeto próprio.
Aplicando propostas a um dos editais institucionais de fomento à pesquisa disponíveis (PIBIC ou PIPE).
Desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), disciplina obrigatória da faculdade, em que o aluno desenvolve uma pesquisa de seu interesse.
Submeter seus projetos e concorrer a bolsa de iniciação científica. Sendo que, os projetos não aprovados com bolsa, poderão ser desenvolvidos voluntariamente, desde que, apresentem mérito científico/viabilidade financeira.
Desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), disciplina obrigatória da faculdade, em que o aluno desenvolve uma pesquisa de seu interesse.
Vinculando-se a grupos de pesquisas. O estudante pode contatar diretamente o líder do grupo de pesquisa para se candidatar a uma vaga de iniciação científica, sendo que alguns grupos realizam seleções periódicas, disponibilizando vagas para os estudantes interessados.
Aplicando propostas a um dos editais institucionais de fomento à pesquisa.
Desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), disciplina obrigatória da faculdade, em que o aluno desenvolve uma pesquisa, na área de seu interesse.
A instituição encontra-se devidamente cadastrada e habilitada para submissão de propostas no Sistema Everest da FAPEMIG.